Glaucoma congênito: um risco para a saúde de crianças e bebês

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Quando se fala em glaucoma, geralmente a doença está relacionada aos idosos, mas não é apenas após os 40 anos que ela se torna um risco, o desenvolvimento da doença pode ocorrer também antes mesmo do primeiro ano de vida. Existem diferentes tipos de glaucoma, e um deles se desenvolve em bebês e crianças. Você já ouviu falar do glaucoma congênito?

O glaucoma congênito é uma condição rara, normalmente, diagnosticado no primeiro ano de vida da criança. Ela pode ser de origem genética, mas, comumente, está ligada a alterações na formação do sistema de drenagem do globo ocular do feto. Essa má formação pode levar ao aumento da pressão intraocular que causam distensão do globo ocular e lesão do nervo óptico¹. Se não tratadas, levam, em geral, à cegueira.

Para entender melhor a doença, conversamos com a médica oftalmologista especialista em Glaucoma e Catarata, Dra. Christiane Rolim de Moura (CRM-SP  75498): 

Visão em Dia: O que é o Glaucoma Congênito?
Dra. Christiane Rolim: Este termo designa um grupo de doenças que acontece na infância com diferentes etiologias. As causas mais comuns estão relacionadas a alterações na formação normal da porção anterior do globo ocular, comprometendo as vias de drenagem do humor aquoso, ainda durante a vida intrauterina. Sendo assim, o feto ou a criança pequena podem apresentar a pressão intraocular elevada, desde muito cedo. 

Visão em Dia: Como a doença pode ser identificada?
Dra. Christiane Rolim: Os sintomas observados são sensibilidade à luz e lacrimejamento, aumento do tamanho da córnea e do globo ocular, assim como a perda de seu brilho normal ou embranquecimento da córnea². Esses sinais podem ser observados pela família, pelo pediatra ou pelo oftalmologista.

Visão em Dia: Há algum fator de risco para o desenvolvimento da doença?
Dra. Christiane Rolim: Existe um caráter hereditário³ neste grupo de doença. O uso indiscriminado de colírios com corticosteroides é um fator de risco importante, que pode gerar um quadro semelhante aos glaucomas na infância não adquiridos. Portanto o corticosteroide na infância deve ser utilizado exclusivamente sob orientação e supervisão medica.

Visão em Dia: Como é feito o tratamento?
Dra. Christiane Rolim: Geralmente através de procedimentos cirúrgicos, alguns casos podem receber colírios hipotensores oculares em situações específicas.

Visão em Dia: Em alguns casos o glaucoma congênito leva à perda da visão, esta perda pode ser revertida com o tratamento?
Dra. Christiane Rolim: Sim, sem dúvida. Uma porcentagem significativa dos casos, o tratamento impede a evolução para a perda de visão, para que isso aconteça, o plano de tratamento deve ser estabelecido imediatamente após o diagnóstico. 

O diagnóstico precoce é a melhor forma de garantir o tratamento adequado e preservar a visão, caso perceba qualquer alteração nos olhos do bebê ou criança, leve-o a uma consulta com o médico oftalmologista

O texto acima possui caráter exclusivamente informativo. Jamais realize qualquer tipo de tratamento ou se automedique sem a orientação de um especialista.

¹https://www.reviewofophthalmology.com/article/pediatric-glaucoma-a-review-of-the-basics

²https://www.reviewofophthalmology.com/article/pediatric-glaucoma-a-review-of-the-basics

³ Affiliated Professor, Pediatric Glaucoma Section – http://bit.ly/2I1AnLe
 

Taís Cruz – MTB 0083367/SP

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Glaucoma: importância da adesão ao tratamento

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Mais de 60 milhões¹ de pessoas ao redor do mundo são afetadas pelo glaucoma, doença ocular multifatorial em que ocorre dano ao nervo óptico e perda progressiva e irreversível da visão. Algumas situações aumentam a chance de uma pessoa apresentar a doença: aumento da pressão intraocular (PIO), idade mais avançada (a partir de 40 anos), histórico de glaucoma na família entre outras. 

Por dentro do GLAUCOMA²

O que é? Doença ocular em que ocorre dano ao nervo óptico, responsável por levar as informações que vemos ao cérebro, que em evolução sem o tratamento, leva à perda irreversível da visão.  

Tipos de glaucoma?

Glaucoma primário de ângulo aberto: conhecido também como glaucoma crônico simples, este tipo acomete até 80% dos portadores de glaucoma e pode ser hereditário. Neste caso, a doença começa a dar sinais lentamente, de forma que o aumento da PIO e a perda do campo visual ocorram sem que o paciente perceba que está perdendo a visão.

Glaucoma congênito: ocorre durante a gestação em que a criança deve ser tratada imediatamente ao nascimento. 

Glaucoma de ângulo fechado: neste caso o aumento da pressão intraocular ocorre súbita e rapidamente, desencadeando forte dor em um olho, vermelhidão, olhos inchados e visão diminuída ou embaçada. O atendimento médico deve ser imediato.

Glaucoma secundário:surge a partir de outras situações que interferem na drenagem do olho, tais como doenças inflamatórias, catarata avançada, uso de medicamentos (principalmente colírios) que contêm corticosteroides, entre outras.

Sintomas? Na maioria das vezes é assintomática no início, ou seja, não apresenta sintomas. O portador de glaucoma só percebe em estágio avançado por conta da redução da visão periférica. Por isso, a melhor forma de prevenção é o acompanhamento com o médico oftalmologista, anualmente, para exames de rotina que detectem lesões no nervo óptico e aumento da pressão intraocular.

O tratamento tem, como principal objetivo, estabilizar a doença. Isso é feito através da redução da pressão intraocular, geralmente com o uso de colírios hipotensores, procedimentos a laser ou cirurgias também podem ser necessários, conforme recomendação médica.

Diferentes colírios podem ser combinados para que se obtenha o máximo possível de redução da pressão. A adição de medicamentos aumenta a chance de controle do glaucoma, embora possa tornar o tratamento um pouco mais difícil, por elevar o número de gotas de colírio a serem instiladas a cada dia.

Não seguir o tratamento de forma correta pode fazer com que a doença continue avançando, isso também pode acontecer em casos já avançados da doença e quando a pressão intraocular não é reduzida de maneira suficiente.

Segundo a médica oftalmologista, presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG), Doutora Wilma Lelis (CRM 69998-SP), as falhas na adesão ao tratamento vão desde pacientes que fazem uso do colírio menos vezes que a quantidade indicada no dia, desobedecendo aos intervalos de tempo necessário, aplicação incorreta, esquecimento do uso da medicação no horário correto ou abandono do tratamento.   

“Muitos pacientes passam a aderir ao tratamento e ao acompanhamento regular após perderem a visão de um olho. Este triste fato desperta a percepção da relevância do tratamento correto. Como a doença também é predominante na terceira idade, estes complicadores se acentuam pelo uso comum de mais medicamentos ao longo do dia para outras doenças, bem como por possíveis dificuldades de coordenação motora para depositar o medicamento”, relata Dra. Wilma.

A médica ressalta que é preciso lembrar que o glaucoma pode surgir na juventude e no início da vida adulta, por isso, em todas as consultas com o oftalmologista é necessário perguntar como está a pressão dos olhos e o nervo óptico.

¹Sociedade Brasileira de Oftalmologia: http://www.sboportal.org.br/imprensa_descr.aspx?id=2 (acessado em 15/05/2019)

²Informações sobre a doença: www.visaoemdia.com.br

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Dia Nacional de Combate ao Glaucoma: Um alerta contra a cegueira

O glaucoma é considerado a principal causa de cegueira irreversível no Brasil e no mundo. De acordo com a Organização […]

glaucoma é considerado a principal causa de cegueira irreversível no Brasil e no mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e World Glaucoma Association, cerca de 60 milhões de pessoas em todo o mundo são atualmente afetadas por ele. Por conta da gravidade da doença, e o grande número de pessoas atingidas por ela, a Sociedade Brasileira de Glaucoma e oftalmologistas especializados no tema desenvolvem atividades para a educação da população. 

Celebrado em 26 de maio, O Dia Nacional de Combate ao Glaucoma tem o objetivo de evitar a cegueira, meio da conscientização da importância do diagnóstico precoce, fatores de risco, acompanhamento periódico com oftalmologista e adesão do tratamento. O glaucoma não apresenta sinais iniciais, é uma doença crônica, por tanto, não tem cura. E, se não tratada, leva à cegueira irreversível. 

“A doença é responsável por 12,3% dos casos de perda de visão em adultos e a prevalência aumenta com a idade, evoluindo de 1, 2% na população geral para até 7% após os 70 anos de idade e considerando não ter cura, é muito importante a conscientização para a melhor condução de tratamentos que possam controlar a sua evolução”, relata dra. Wilma Lelis Barbosa, presidente da Sociedade Brasileira de Glaucoma.

As principais causas para o desenvolvimento do glaucoma estão: histórico familiar, pessoas com pressão intraocular (PIO) elevada e diabetes. Esses fatores se potencializam em pessoas de descendência negra.

Como tratar o Glaucoma? 

A base do tratamento é o uso de colírios hipotensivos, ou seja, aqueles que tem o efeito de baixar a pressão intraocular, usados de forma continua (para o resto da vida). Em alguns casos, o uso de laser ou cirurgia é indicado. 

A utilização correta do medicamento afeta diretamente os efeitos do tratamento. Aproximadamente 65% dos pacientes apresentam dificuldade na aplicação dos colírios e 38% erram a primeira gota. Cada gota de colírio desperdiçada pode representar um dia de tratamento a menos.

 “Apesar de ser uma conduta simples, o uso do colírio é bastante negligenciado pela população, não apenas em relação à necessidade de uso regular da medicação, mas da quantidade de doses diárias e maneira de instilar o medicamento sem que seja desperdiçado. E o problema tende a aumentar em pacientes idosos, com mais dificuldades de memorização sobre horários de mais de um medicamento que tomam, com mais dificuldades motoras, temores, entre outros”, relata dra. Wilma.

A visita semestral preventiva ao oftalmologista é essencial para diagnosticar a doença em tempo. Uma vez detectado, seguir com as medicações e com visitas ainda mais regulares ao médico aumentam os resultados de preservação da visão.
 

O texto acima possui caráter exclusivamente informativo. Jamais realize qualquer tipo de tratamento ou se automedique sem a orientação de um especialista.

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Vitamina B3 pode prevenir o glaucoma

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Já pensou poder prevenir ou até mesmo retardar a evolução do glaucoma ingerindo um nutriente? Segundo estudos¹ do laboratório The Jackson, nos Estados Unidos, o avanço científico já caminha para esta possibilidade.

Um grupo de pesquisadores descobriu que quando o corpo começa a envelhecer, passa a produzir menos moléculas de NAD (nicotinamida adenina dinucleotide). Essa coenzima, por sua vez, trabalha para a oxidação celular e quando há redução, ocorre o enfraquecimento das células cerebrais, interferindo no funcionamento do nervo ótico.

A boa notícia é que a vitamina B3 pode ser convertida em NAD. Sabendo disso, os pesquisadores fizeram um teste e adicionaram este nutriente à água de ratos que haviam sido alterados geneticamente para apresentar glaucoma. Comparados a ratos não-modificados geneticamente, o primeiro grupo mostrou inibição de alteração molecular para o desenvolvimento de glaucoma e, ainda, evitou o surgimento da doença. Já o segundo grupo, apresentou a evolução de glaucoma normalmente.

O estudo ainda está em fase de testes, mas reforça que o avanço da ciência trabalha para atender necessidades reais, uma vez que o glaucoma já atinge 60 milhões de pessoas em todo o mundo e pode provocar a perda irreversível da visão.

Enquanto os resultados não são validados, é importante visitar regularmente o oftalmologista e avaliar como está a saúde dos seus olhos, incluindo a pressão intraocular. Quanto antes forem detectadas anormalidades, melhor será o tratamento.

Para ler o estudo completo, clique aqui.

O texto acima possui caráter exclusivamente informativo. Jamais realize qualquer tipo de tratamento ou se automedique sem a orientação de um especialista.

¹https://www.sciencedaily.com/releases/2017/02/170216143907.htm

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Dia Nacional de Combate ao Glaucoma: Saiba como evitar a cegueira e o desperdício de medicamento

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O Dia Nacional de Combate ao Glaucoma (26 de maio) é a melhor oportunidade para estimular a adesão e a manutenção do tratamento da doença, que atualmente representa 12,3% dos casos de cegueira no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Por isso, também vamos aproveitar para te auxiliar na aplicação correta do colírio, uma vez que é usado como primeira opção para evitar a progressão do glaucoma.

 Nos últimos anos, dois importantes aspectos têm chamado atenção dos especialistas: a falta de adesão e o desperdício de colírio, impactando diretamente no avanço da doença, na ineficácia do tratamento e em gastos desnecessários.

 O glaucoma é uma neuropatia óptica caracterizada pela perda progressiva do campo visual e por se tratar de uma doença silenciosa, o ideal é consultar regularmente o oftalmologista para que ele detecte os sintomas que, geralmente, são notados somente quando parte da visão já foi prejudicada por conta da atrofia progressiva do campo visual.

 No Brasil, estima-se em mais de 1 milhão de glaucomatosos, com incidência de 2 e 3% na população acima de 40 anos, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, e o risco de desenvolver a doença triplica a partir dos 70 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Glaucoma.

 Dos cerca de 1 milhão de pacientes com glaucoma, 50% ou mais não sabem que são portadores da doença. No Brasil, supõem-se um índice ainda maior. A estimativa é que até 2020 o glaucoma atingirá 80 milhões de pessoas em todo mundo, sendo que destas, 11 milhões estarão em estágio de cegueira bilateral[1], ou seja, terão os dois olhos afetados.

 Falta de Adesão

O tratamento do glaucoma se inicia com o uso de colírios específicos, porém, dependendo do caso, a cirurgia pode ser uma opção quando o medicamento não surte o efeito desejado.

 Entre as causas do abandono da terapia estão a dificuldade em manter os olhos abertos para instilar o remédio, desistência no uso do medicamento e não seguir as orientações médicas, os horários prescritos e a forma de manuseio do frasco de colírio.

 A utilização correta tem efeito adjunto na terapia, pois cada gota desperdiçada pode representar um dia a menos de tratamento. Ou seja, pode haver prejuízos em sua saúde física e financeira. Aproximadamente 65% das pessoas apresentam dificuldade na aplicação dos colírios e 38% erram a primeira gota. De cada dez, quatro não acertam o alvo, e quando a gota do colírio não chega de forma correta no olho, também se perde a eficácia do remédio.

 “Quanto maior a adesão à terapia tópica, melhor para o paciente. Mas se o colírio não foi instilado de forma correta, o tratamento torna-se ineficaz. O uso da medicação acima do recomendado, ou o excesso de uso do colírio, além de não trazer benefícios, aumenta o efeito colateral da medicação”, diz o Prof. Tiago Prata, médico oftalmologista e professor de pós-graduação da UNIFESP e diretor clínico do Hospital Medicina dos Olhos (HMO).

 O especialista conduziu, junto a outros colegas, um estudo[2] que avaliou a eficácia e a segurança de um dispositivo projetado para pingar o colírio de forma correta. Aproximadamente, 20% dos pacientes precisam de outra pessoa para ajudar, o que nem sempre é possível.

 Outro benefício demonstrado pelo estudo foi que o dispositivo reduz as chances de contaminação e diluição da medicação, pois o aplicador não permite que o frasco encoste a ponta no globo ocular.

 Do ponto de vista financeiro, o auxílio e a facilidade de um aparelho para instilar o medicamento, especialmente no caso de pessoas inexperientes, é maior em comparação à instilação tradicional[3].

 O oftalmologista reforça que os medicamentos são de uso pessoal e devem ser utilizados somente sob recomendação médica, pois no Brasil alguns medicamentos à base de corticoide são vendidos sem receita e podem ser grandes vilões quando o tema em questão é a saúde ocular. Este tipo de colírio pode tanto aumentar a pressão dentro do olho (conhecida como pressão intraocular – PIO) como desenvolver o glaucoma.

Converse com o farmacêutico, pergunte sobre o aplicador e tenha um tratamento mais efetivo no combate à cegueira.

[1] Health economics data show high impact of indirect costs from progressive glaucoma – disponível em http://www.healio.com/ophthalmology/glaucoma/news/online/%7Bcb5feb46-d78d-41fb-9658-c0550e2ab9a9%7D/health-economics-data-show-high-impact-of-indirect-costs-from-progressive-glaucoma

[2] Evaluation of the efficacy and safety of a new device for eye drops instillation in patients with glaucoma – disponível em https://www.dovepress.com/evaluation-of-the-efficacy-and-safety-of-a-new-device-for-eye-drops-in-peer-reviewed-fulltext-article-OPTH

[3] Impacto econômico no tratamento do glaucoma: volume de gotas de colírios antiglaucomatosos brasileiros e norte-americanos – disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27492001000200010&lng=en&nrm=iso&tlng=pt

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